Cleiton Profeta, Adriano Silva e o silêncio de Carol De Toni: entrevista evidencia desconforto ao ser levantado o assunto
- REDAÇÃO

- há 2 horas
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O caso envolvendo a cassação do mandato do vereador Cleiton Profeta (PL), de Joinville, continua produzindo desdobramentos políticos e expôs, mais uma vez, as incoerências e dificuldades da aliança entre PL e Novo em Santa Catarina.
Durante uma entrevista concedida ao lado da deputada federal e pré-candidata ao Senado Carol De Toni (PL) e do ex-prefeito de Joinville Adriano Silva (Novo), apontado como pré-candidato a vice-governador na chapa do governador Jorginho Mello (PL), o tema da cassação gerou um momento de evidente desconforto.
Profeta, que se consolidou como o principal opositor e crítico da gestão do ex-prefeito Adriano Silva, perdeu o mandato por 13 votos favoráveis entre os 16 vereadores após um processo de cassação iniciado a pedido do diretório do Novo de e aprovado pela Câmara de Joinville. O ex-vereador sustenta que houve perseguição política e promete recorrer à Justiça.
Nos bastidores, aliados de Cleiton Profeta afirmam que a condução do processo contou com apoio político da base ligada ao ex-prefeito Adriano Silva, além de nos bastidores interlocutores apontarem influência e apoio do deputado estadual Maurício Peixer (PL) e do governador Jorginho Mello (PL), para consumar a cassação de Profeta.
O assunto ganhou repercussão nacional após manifestações do ex-deputado Eduardo Bolsonaro (PL), que saiu em defesa de Profeta. Eduardo também defende o rompimento entre PL e Novo em todos os níveis, após sucessivos atritos com o ex-governador Romeu Zema (Novo). Também manifestaram apoio ao ex-vereador as deputadas Júlia Zanatta (PL) e Ana Campagnolo (PL).
Alguns integrantes do PL, ouvidos nos bastidores relatam estranheza com a ausência de manifestações públicas da deputada federal e pré-candidata ao Senado, Carol de Toni, sobre a cassação de Cleiton Profeta, episódio que segue sendo apontado como um dos principais focos de tensão na relação entre PL e Novo às vésperas da definição das alianças para 2026. O fato é que Carol precisa do apoio de Adriano Silva em Joinville e para isso precisa fazer de conta que o assunto não existe.








