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Mercado agrícola em foco: acompanhe o comportamento dos preços do milho, soja, trigo e feijão

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    REDAÇÃO
  • 30 de jun.
  • 2 min de leitura

Santa Catarina, 30 de junho de 2026


Mercado de commodities agrícolas reage aos dados do USDA; soja recupera perdas e milho, trigo e feijão seguem atentos ao cenário


O mercado internacional de commodities agrícolas encerra esta terça-feira (30) com movimentação intensa após a divulgação do relatório de área plantada e estoques trimestrais do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA). Depois de iniciar o dia em queda, a soja reverteu o sinal negativo na Bolsa de Chicago, refletindo um movimento de recomposição técnica após as fortes perdas registradas na sessão anterior.


Os contratos da oleaginosa passaram a subir entre 3 e 5,75 pontos, com o vencimento de julho cotado a US$ 11,14 por bushel e o de novembro a US$ 11,42. O USDA confirmou aumento da área cultivada de soja para a safra 2026/27, enquanto os estoques vieram próximos das expectativas do mercado. Apesar da recuperação, os investidores seguem monitorando as previsões de chuvas para o Meio-Oeste dos Estados Unidos, fator que continua limitando ganhos mais expressivos.


O milho apresentou comportamento praticamente estável ao longo do dia, negociado próximo de US$ 4,10 por bushel, enquanto o trigo permaneceu pressionado, com contratos ao redor de US$ 5,78 por bushel, refletindo a expectativa de boa oferta global.


Em Santa Catarina, os preços seguem relativamente firmes. A soja é negociada a R$ 119 por saca de 60 kg em Caçador e Lages, R$ 118 em Canoinhas e Joaçaba, R$ 117 em Rio do Sul, R$ 116 em Chapecó, Palma Sola e São Miguel do Oeste, enquanto Xanxerê registra R$ 115.


No milho, as melhores cotações são observadas em Concórdia, com R$ 65 por saca, e Campos Novos, com R$ 64. Nas demais regiões, os preços variam entre R$ 56 e R$ 59, com Xanxerê comercializando a saca a R$ 57.


Para o trigo, o destaque é São Miguel do Oeste, onde a saca alcança R$ 72. Em Chapecó e Xanxerê, o cereal é negociado a R$ 69, enquanto Caçador e Canoinhas registram R$ 68.


Já o feijão preto mantém os melhores preços entre as principais culturas. A saca de 60 kg chega a R$ 212 em Joaçaba, R$ 210 em Lages, R$ 195 em Caçador, R$ 192 em Canoinhas, R$ 190 em Chapecó e São Miguel do Oeste, e R$ 185 em Rio do Sul, demonstrando um mercado interno ainda sustentado pela oferta limitada e pela demanda aquecida.



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