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Mercado agrícola em foco: acompanhe o comportamento dos preços do milho e soja

  • Foto do escritor: REDAÇÃO
    REDAÇÃO
  • há 6 dias
  • 2 min de leitura


Nesta segunda-feira, 2 de fevereiro de 2026, o mercado agrícola em Santa Catarina exibe cotações estáveis para a soja, enquanto o milho segue pressionado por um mercado com negociações ainda lentas e preços em tendência de baixa no Brasil.


Em Santa Catarina, a saca de soja de 60 quilos tem preços que variam conforme a praça: em Caçador e Lages, a saca está sendo negociada a R$ 118; em Canoinhas, R$ 119; Joaçaba, R$ 122; e Xanxerê, também R$ 118. Em Chapecó e Palma Sola, a cotação está em R$ 115 por saca. Esses valores refletem o mercado físico do grão no início da semana e a relativa estabilidade nas negociações da oleaginosa.


No caso do milho, a saca de 60 kg transita entre R$ 65 e R$ 69 nas principais praças catarinenses — um sinal de que os preços continuam sob pressão no mercado físico nacional. Isso ocorre em um cenário em que as negociações estão travadas, com produtores cautelosos em liberar volumes e compradores aguardando definições sobre oferta e demanda, enquanto a colheita da safra 2025/26 avança no Centro-Sul do Brasil.

Especialistas apontam que essa lentidão nas negociações e o aumento da oferta de milho devido ao progresso da colheita contribuem para manter os preços baixos ou estáveis, tanto no físico quanto no mercado futuro, que também tem registrado queda desde o início de 2026.


O quadro atual do mercado de milho reflete um ambiente em que a ampla oferta e a hesitação dos agentes comerciais reduzem a liquidez e a formação de preços mais firmes nas primeiras semanas do ano.


Com isso, produtores e compradores seguem atentos ao desenvolvimento da safra e às condições climáticas, que podem influenciar tanto os preços futuros quanto os volumes efetivamente negociados nas próximas semanas.



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