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Governo Lula concede reajuste irrisório a professores e amplia perda salarial na educação

  • Foto do escritor: REDAÇÃO
    REDAÇÃO
  • 9 de jan.
  • 2 min de leitura

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sinalizou um reajuste de apenas R$ 18 no piso salarial nacional dos professores, valor que não repõe a inflação e impõe, na prática, mais uma perda real de renda à categoria que sustenta a base do sistema educacional brasileiro.


O anúncio provocou revolta entre professores, sindicatos e entidades da educação, que veem na decisão um tratamento desigual e politicamente incoerente, especialmente quando comparado aos reajustes significativamente maiores concedidos a outras categorias do funcionalismo público nos últimos meses.


Enquanto carreiras federais estratégicas receberam aumentos expressivos, alguns superiores a 10%, 20% e até 30%, os profissionais da educação básica foram contemplados com um reajuste considerado simbólico, humilhante e desconectado da realidade econômica do país. Para os educadores, o governo que prometeu “priorizar a educação” falha na prática ao desvalorizar seus profissionais.


Entidades representativas afirmam que o reajuste de R$ 18 não cobre sequer a alta nos preços de transporte, alimentação e moradia, agravando a desmotivação docente, a evasão da carreira e a dificuldade de atrair novos professores para a rede pública.


A insatisfação também tem forte peso político. Professores lembram que o setor foi um dos que mais apoiaram Lula nas eleições, e agora se sentem traídos por um governo que privilegia acordos políticos e categorias com maior poder de pressão, enquanto empurra a educação para segundo plano.


Diante do cenário, cresce a expectativa por mobilizações nacionais, greves e pressão sobre o Ministério da Educação e o Palácio do Planalto, em um novo capítulo do desgaste do governo Lula com uma das categorias mais numerosas e estratégicas do serviço público.



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