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SC desponta como ambiente estratégico para desenvolvimento da nova economia espacial

  • Foto do escritor: REDAÇÃO
    REDAÇÃO
  • 25 de mai.
  • 2 min de leitura

Estado reúne indústria diversificada, ecossistema inovador e projetos voltados à aplicação de tecnologias espaciais em diferentes setores produtivos.



Santa Catarina vem se consolidando como um ambiente estratégico para o desenvolvimento da chamada New Space, a nova economia espacial baseada na participação de empresas privadas, startups e instituições de inovação no desenvolvimento de tecnologias e aplicações ligadas ao setor aeroespacial.


Com uma indústria diversificada e forte ecossistema de inovação, o estado reúne condições para aplicar soluções baseadas em satélites, inteligência artificial e monitoramento remoto em áreas como agronegócio, meio ambiente, logística e gestão de riscos.


Durante participação no Inovação e Tecnologia Podcast, na SC Expo Defense, em Florianópolis, o coordenador de Inovação do Instituto SENAI de Inovação em Sistemas Embarcados (ISI-SE), Renato Simão, destacou que o Brasil vive uma mudança no setor espacial, ampliando o desenvolvimento de tecnologias próprias.


“A New Space traz o setor espacial para mais perto das empresas e da indústria. São aplicações que geram valor para diferentes setores produtivos e revertem em desenvolvimento tecnológico para o estado”, afirmou.

Entre os exemplos citados está o Catarina-A2, satélite desenvolvido em Santa Catarina com foco em observação terrestre e monitoramento de desastres naturais.

O projeto contou com apoio da Agência Espacial Brasileira (AEB) e já foi incorporado à constelação nacional da agência.


“O fato de a Agência Espacial Brasileira ter adotado o Catarina-A2 demonstra a confiança na capacidade tecnológica desenvolvida aqui em Santa Catarina”, disse Simão.

Segundo ele, o potencial catarinense está diretamente ligado à diversidade industrial do estado e à demanda crescente por serviços de monitoramento e rastreabilidade.


Santa Catarina tem potencial para ser autossuficiente em economia aeroespacial nos próximos dez anos. Existe muita demanda e muita oportunidade para empresas que quiserem entrar nesse mercado”, ressaltou.




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